Correções


ANÁLISE ADVOCACIA 500 - 2014

Por um erro de informação do escritório, o nome da advogada Camila Oliveira foi grafado incorretamente na legenda da foto da página 91.



ANÁLISE EXECUTIVOS JURÍDICOS E FINANCEIROS 2014

DuPont
Na página 154, a executiva da foto foi erroneamente identificada como Fabiana Klajner Leschziner, diretora jurídica e de assuntos governamentais da DuPont. A foto, na verdade, é de Paula Novais, vice-presidente de finanças e CFO América Latina da DuPont.

Microsoft Brasil
Na página 213, foi informado incorretamente que a executiva Alessandra de Del Debbio ingressou na empresa em 2004 e ocupa o cargo de assistant general counsel desde 2009. Na verdade, ela ingressou na empresa e ocupa o cargo desde 2014. Faltou mencionar a Nokia como uma das empresas em que trabalhou anteriormente, no cargo de diretora jurídica para a América Latina.

Apresentação
Na página 7, por um erro industrial foi omitida parte da matéria. Confira o texto da apresentação na íntegra:

Jurídico Empresarial Maduro
A sétima edição de ANÁLISE EXECUTIVOS mostra quem são os 3.054 responsáveis pelos departamentos jurídico e financeiro de 1,8 mil entre as maiores companhias do Brasil e traz o perfil detalhado de 1,4 mil deles

A publicação ANÁLISE EXECUTIVOS JURÍDICOS E FINANCEIROS 2014 apresenta um panorama exclusivo dos dois departamentos fundamentais para uma boa gestão empresarial: o jurídico e o financeiro. Desde 2008, o levantamento realizado pela equipe da Análise Editorial mostra o espaço que as duas áreas ocupam nas tomadas de decisão e na hierarquia das companhias.
Nesta sétima edição, além das perguntas sobre o departamento, o organograma da empresa e o perfil do executivo, os responsáveis pelos departamentos foram convidados a responder a uma pesquisa qualitativa. Esse novo levantamento indicou que a maioria dos diretores jurídicos e financeiros avalia de forma positiva o mercado de trabalho e sua colocação atual.
Entre os responsáveis jurídicos, 81% afirmaram estar satisfeitos ou plenamente satisfeitos com o seu atual emprego, enquanto 18% estão parcialmente satisfeitos. Cerca 44% dos diretores jurídicos entrevistados estão na faixa salarial entre 15 mil e 30 mil reais mensais e 29% ganham acima de 30 mil reais. Para 51% dos diretores, a remuneração atende às expectativas, 41% indicaram que atende parcialmente e 8% afirmaram que não atende. O número de diretores que pretendem procurar uma nova colocação no mercado, nos próximos 12 meses, é 38%.
Na maioria das organizações (68%) o departamento jurídico é chefiado por advogados que já atuaram em escritório de advocacia. Desses, 57% afirmaram que voltariam para a banca. Dos que nunca atuaram em escritório, apenas 22% pensam em obter essa experiência.
No que diz respeito aos executivos financeiros, 86% indicaram estar satisfeitos ou plenamente satisfeitos com o atual emprego. No entanto, 69% afirmaram que pensam em procurar uma nova colocação no mercado nos próximos 12 meses, para aumentar sua satisfação com o trabalho. A maioria dos diretores, ou 58%, recebe acima de 30 mil reais mensais, 24% ganham na faixa salarial de 20 mil a 30 mil reais, e 18% recebem até 20 mil reais. Para 65% dos responsáveis financeiros a remuneração recebida atende às expectativas, para 29% atende parcialmente, e para 6% não atende.
O avanço dos departamentos – O grande destaque apontado pelas pesquisas desenvolvidas pela Análise Editorial é a autonomia que os responsáveis jurídicos estão conquistando dentro das empresas. Os responsáveis pela área que se reportam diretamente à presidência passaram de 52% em 2008 para 66% em 2014.
Essa evolução mereceu uma análise mais detalhada. Assim, a equipe da Análise Editorial foi a campo e conversou com diversos especialistas e traz (na página 14) alguns casos que exemplificam essa evolução e se destacam entre tantos outros.
O índice de executivos jurídicos que tinham cargo de diretor subiu de 23% para 31%, entre 2008 e 2014. No levantamento mais recente, outros 34% são gerentes, e o restante ocupa o cargo de superintendente, assessor, coordenador ou advogado responsável.
Paralelamente, como retrato desse avanço da importância da área dentro das corporações, o número de executivos jurídicos que respondem, também, por outros departamentos, apresentou queda entre os anos da pesquisa, passando de 77,5% em 2010 – ano que a pergunta foi inserida no questionário – para 32% em 2014.
Entre as funções acumuladas, 10% comandam a área administrativa em 2014, ante 21% em 2010. O número dos que respondem pelo setor de recursos humanos caiu de 21% para 8% no mesmo período. São 8% também os diretores jurídicos que gerenciam a área de contabilidade, comparado com 18% em 2010. Os perfis completos desses executivos você encontra a partir da página 95.
No caso do departamento financeiro, os diretores, na sua maioria, sempre ocuparam posições no alto escalão da empresa. A pesquisa de 2014 mostra que 88% dos executivos se reportam diretamente ao principal executivo. Esse indicador se mantém estável desde 2009 – primeiro ano da pesquisa sobre o setor.
Outro índice marcante do departamento é o acúmulo de funções. A pesquisa de 2014 mostra que 93% dos responsáveis financeiros respondem, também, por outras áreas da empresa. As funções mais comuns, além da financeira, são as administrativas (58%) e a contabilidade (78%). Em 36% das empresas os executivos financeiros também respondem pela área de relação com investidores, e 35% pelo departamento jurídico. Entre outros setores comandados pelo financeiro ainda estão RH (27%), comunicação (8%), sustentabilidade (6) e marketing (3%).
A demanda dos departamentos jurídicos – O perfil dos principais executivos jurídicos e a atuação de seus departamentos revelam a estrutura equilibrada entre a contratação de serviços externos de escritórios de advocacia e a absorção das demandas pelos advogados das companhias.
Nesta edição foram analisadas 25 áreas do Direito. Em 13 delas, mais da metade afirmou terceirizar as demandas para escritórios de advocacia contratados. As áreas de Direito Penal e Propriedade Intelectual, pelo terceiro ano consecutivo, são as que mais contam com serviços externos. Também são as duas áreas que mais avançaram na prática de contratação de escritórios. Em 2008, 70% das empresas terceirizavam as demandas da área Penal; em 2014, a fatia cresceu para 83%. Em Propriedade Intelectual o índice subiu de 63% para 74% no mesmo período. A área de Sucessões também apresentou um salto de 46% para 57%; Direito Ambiental de 50% para 60%; e Importação e Exportação de 48% para 58%. Por outro lado, a área de Direito Contratual é a que mais conta com a atuação das equipes internas, com 89% das empresas.
O tamanho da equipe dos departamentos jurídicos condiz com a quantidade de demandas da empresa. Entre os 50 maiores departamentos por número de advogados analisados, os bancos ocupam as três primeiras posições. E entre as dez maiores equipes, nove são empresas do setor de serviços. Pelo quinto ano consecutivo, a Caixa Econômica Federal lidera o ranking, com 1.013 advogados e um total de 3,5 mil profissionais no departamento, entre advogados, profissionais administrativos e estagiários. Em segundo lugar está o Banco do Brasil com 900 advogados, seguido pelo Banco Bradesco com 397. O maior departamento jurídico de uma empresa não financeira é o da Oi, ocupando a quarta posição no ranking, com 181 advogados atuando no departamento. Consulte os dados sobre a atuação dos departamentos jurídicos na página 11.
O perfil dos executivos – Do total de executivos que figuram na edição, 1.419 profissionais foram retratados com o perfil completo, que engloba formação acadêmica, histórico profissional, abrangência da atuação do departamento que comanda e sua influência sobre as demais áreas da companhia. Os perfis individuais têm início na página 95. É possível consultar a lista pelo índice de empresas na página 60, ou buscar pelo nome do profissional na página 76. Os dados para esta edição foram apurados entre 6 de março e 16 de maio de 2014.


ANÁLISE EXECUTIVOS JURÍDICOS E FINANCEIROS 2013

Fibria
Na página 152, foi informado incorretamente que Alexandre S. D'Ambrosio é o diretor jurídico e  João Mirando é diretor financeiro da empresa Fibria. Os executivos são os responsáveis pelas respectivas áreas na Votorantim Industrial. Quem responde pela Fibria é Eduardo Andretto no cargo de diretor jurídico e Guilherme Cavalcanti como CFO.

Bertin
Na página 107, foi informado incorretamente que o responsável pela área jurídica da Bertin é o diretor jurídico Luiz Guilherme Cardoso de Melo. O executivo responde pela área jurídica da Bertin Energia no cargo de gerente jurídico. A matriz do Grupo Bertin não possui o cargo de diretor jurídico.

Milenia Agrociência
Na página 186, foi informado incorretamente que o nome do gerente jurídico da Milenia Agrociência é Ricardo Paladdo de Almeida Barros. A grafia correta é Ricardo Palazzo de Almeida Barros.

AstraZeneca
Na página 96, foi informado incorretamente que o departamento jurídico da AstraZeneca terceiriza toda prestação de serviços jurídicos. Os serviços jurídicos não são totalmente terceirizados, e uma parcela é realizada internamente.

Itaú Unibanco
Na página 170, foi informado que os responsáveis setoriais do departamento jurídico do Itaú Unibanco são Sérgio Souza Fernandes Junior (cível e contencioso) e José Virgilio Vita Neto (trabalhista e tributário). Faltou mencionar a executiva Leila Cristiane B. B. Melo, responsável pela consultoria institucional e negócios.


ANÁLISE SAÚDE 2013

Nas páginas 21 e 90, o profissional Ricardo Vitor Cohen foi incorretamente identificado como especialista na área de Endocrinologia e Metabologia. O Dr. Cohen atua nas áreas de Cirurgia Geral e Cirurgia Bariátrica e do Aparelho Digestivo.

Na página 87, a profissional Ana Paula de Arruda Camargo Costa foi erroneamente apresentada como atuante em Endocrinologia Pediátrica. A Dra. Costa não atua na área infantil. Sua área de atuação e interesse é exclusivamente em Endocrinologia e Metabologia.


ANÁLISE ENERGIA 2013

Na página 100, na seção “Grupos Geradores”, a PCH Canoa Quebrado foi erroneamente atribuída à companhia Triunfo (80ª posição). A PCH em questão faz parte da empresa Brennand Energia (46ª posição), que aparece na página 97 da mesma seção.

Na página 131, na seção “Grupos Abrangentes”, a companhia Atiaia Energia não foi listada como uma das subsidiárias da Brennand Energia. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) consultadas em 21/02/2013, a Atiaia Energia S/A é responsável por 14 empreendimentos de geração de energia elétrica com uma potência total de 176.768 Kw.


ANÁLISE ADVOCACIA 500 - 2012

Nas páginas 110 e 145 a sede do escritório Bergqvist & Alvarez Advogados foi erroneamente identificada como Salvador (BA). A sede da banca fica no Rio de Janeiro (RJ).

Nas páginas 81, 104, 131, 137 e 176 o nome do escritório Rocha, Marinho e Sales Sociedade de Advogados foi publicado sem a vírgula. O formato correto é o mencionado acima.

Nas páginas 124, 136 e 169 o nome do escritório Motta & Bicalho Sociedade de Advogados inclui, erroneamente, o nome Carvalho. O formato correto é o mencionado acima.

Na página 179 faltou mencionar que o escritório Sion Advogados atua na área de mineração.


ANÁLISE EXECUTIVOS JURÍDICOS E FINANCEIROS 2012

Abengoa Brasil
Na página 87, Isabel de Andrade Fernandes aparece como gerente jurídica da Abengoa Brasil, no entanto, a atual responsável pelo departamento é Renata Rezende.
 
Dersa
Na página 151, foi informado que Silvia Cristina Aranega Menezes fez Direito nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires, no entanto, a executiva se formou pelas Faculdades Integradas Riopretense (Firp).
 
Cetip
Na página 129, além da gerente jurídica corporativa Izabella Cadier, a Cetip tem outros dois executivos responsáveis pela área jurídica. São eles: Reinaldo Rabelo de Morais Filho, diretor-executivo jurídico e de normas da Unidade de Financiamentos, e Maria Clara de Souza Leão, gerente de suporte jurídico e de normas da Unidade de Títulos e Valores Mobiliários.
 
Cosan
Na página 145, foi publicado que Paulo Francisco de Almeida Lopes é o vice-presidente jurídico das empresas Cosan Açúcar e Álcool, Cosan Açúcar e Álcool – Armazém e Cosan Bioenergia. Na verdade, o executivo é responsável pela área jurídica da Raízen. Quem responde pela Cosan é Marcelo de Souza Scarcela Portela no cargo de vice-presidente jurídico.
 
Multigrain
Na página 217, o responsável pela área jurídica da Multigrain é Fernando Mantovani no cargo de gerente jurídico. A empresa não tem relação societária com a Mitsui & Co. Brasil, conforme foi publicado na edição de 2012.
 
Pedra Agroindustrial
Na página 225, a Pedra Agroindustrial informou que o principal executivo da área financeira é o diretor administrativo e financeiro José Marcio Cavalheire. No entanto, o próprio profissional prefere indicar Carlos Henrique Manfredi como o head pela área financeira. Veja abaixo o perfil do profissional:
 
Nome: Carlos Henrique Manfredi
Cargo: gerente de controladoria
Ingressou na empresa em: 1983
Ocupa o cargo desde: 2005
Áreas que gerencia: financeira e custos
Formação: economia, Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis de Franca, em 1978); MBA em Finanças Empresariais, FGV-2000)
Equipe: 7 funcionários
Responde tambem pelas empresas: Buritizal Central Energética, Central Energética Rio Pardo, Usina Buriti, Usina Ibirá, Usina Ipê.
 
Leroy Merlin
Na página 201, foi apresentado erroneamente a executiva Kátia Martins Costa como a diretora financeira e administrativa da Leroy Merlin. Na verdade, a executiva é responsável por essa área nas empresas Ligna de Investimentos e Leo Madeiras, que pertencem ao grupo. Quem responde na Leroy Merlin são os executivos Michaël David Paul Reins, diretor administrativo-financeiro, e o diretor jurídico Renato Augusto Coltro. Veja abaixo o perfil completo dos dois profissionais:
 
Renato Augusto Coltro, 30 anos
Cargo: Diretor Jurídico
Ingressou na empresa em: 2006
Ocupa o cargo desde: 2012
Áreas que dirige: jurídica
Responde: à diretoria administrativo-financeira
Formação: direito, Universidade São Francisco (USF), 2005; Pós-graduação direito tributário, Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), 2008
Idioma: inglês
Empresas onde trabalhou: Itautec, advogado
Foco de atuação de departamento: administrativo, consultivo, consumidor, contratos, imobiliário, propriedade intelectual, regulatório, seguros, societário, trabalhista, tributário, criminal. Contrata serviços terceirizados em: contencioso ambiental, cível, trabalhista e tributário
Equipe: 04 Advogados Senior; 03 Advogados Pleno, 01 assistente administrativo, 02 assistentes jurídico.
 
Michaël David Paul Reins, 38 anos
Cargo: Diretor Administrativo Financeiro
Ingressou na empresa em: 2009
Ocupa o cargo desde: 2009
Áreas que dirige: Financeiro;
Responde: à diretoria geral;
Idioma: inglês, francês, português e espanhol;
 
MRS Logística
Na página 216, consta que o responsável pela área jurídica da MRS Logística é o consultor geral Clovis Torres. No entanto, a MRS Logística tem diretoria independente da sua controladora, a Vale. Elvira Cavalcanti responde pela diretoria de finanças e Daniela Vilhena, na gerência geral jurídica.  
 
Refinaria Riograndense
Na página 235, foi informado que Sérgio Satt Jr. fez Direito na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no entanto, o executivo se formou na Universidade Federal do Rio Grande.


ANÁLISE ADVOCACIA 500 - 2011

Na página 76, no quadro “Os Escritórios Que Mais Pontuaram”, está indicado que a firma Siqueira Castro Advogados (na 4ª posição) foi admirada em 1 área em terceiro lugar. O correto são 10 áreas em terceiro lugar.


ANÁLISE DIRETORES DE RH 2010

Nas páginas 52 e 59, foi publicado erroneamente que as empresas Banco Brascan, Brookfield Brasil, Brookfield Energia Renovável (PR) e Brookfield Energia Renovável (RJ) fazem parte da Brookfield Incorporações, as companhias fazem parte da Brookfield no Brasil.
Na página 72, onde lê-se Cotrisa, o correto é Cotrisal.

Na página 63, a executiva Daniela Amorim foi apresentada como a responsável pelo departamento de RH da Central Nacional Unimed. O correto é indicar a Gestora de RH Rosimeire Aparecida Franco como principal executiva.