Perfil da publicação
Tiragem 18.000
Tamanho 322 páginas
Conteúdo os perfis dos executivos das maiores empresas do Brasil
Periodicidade Anual
Circulação Junho
Distribuição limitada aos executivos do primeiro escalão das 1,8 mil maiores empresas do país e aos patrocinadore
Formato 202 X 266 mm

Análise Executivos Jurídicos e Financeiros

A história da publicação Análise Executivos Jurídicos e Financeiros começou em 2008, quando a Análise Editorial lançou a edição Análise Diretores Jurídicos, com a proposta de identificar os profissionais responsáveis pelos departamentos jurídicos das maiores companhias no país. A carência de informações disponíveis a respeito dos executivos das principais companhias brasileiras fez com que a resposta à edição fosse muito positiva e, em 2009, foi lançada a publicação Análise Diretores Financeiros.

Em 2010, com duas edições consolidadas e dados de executivos das 1.500 maiores empresas brasileiras, a Análise Editorial decidiu unir as publicações, proporcionando ao leitor uma visão única de quem toma as decisões em dois departamentos essenciais para a boa gestão das empresas. As duas publicações resultaram em uma única edição que chegou a 2011 com dados de mais de 2,2 mil executivos.

A revista apresenta quem são os responsáveis por essas áreas que, na sua maioria, são profissionais reservados e pouco conhecidos, mas que gesticulam das mais simples decisões até fusões de empresas. O perfil traçado inclui informações referentes à formação dos profissionais e outras relativas à estrutura dos departamentos que dirigem. Além disso, desde 2015 a Análise Editorial realiza a premiação dos Executivos Jurídicos Mais Admirados eleitos por seus próprios pares. Pela primeira vez, em 2017, estendeu a homenagem aos executivos financeiros.

Ao longo de uma década foram mais de 2,6 mil páginas impressas, de 2008 até esta edição (2017), e por meio de 13,1 mil entrevistas realizadas com os principais executivos jurídicos e financeiros de mais de 1.800 empresas, é possível acompanhar a transformação pela qual passam a advocacia corporativa no Brasil e a própria estrutura das empresas. A publicação permite, também, observar de um posto privilegiado mudanças estruturais que estão construindo um novo país. O número de empresas participantes do conjunto das companhias de maior faturamento líquido do Brasil, por exemplo, aumentou mais de 30% na última década. A afirmação baseia-se no universo de pesquisa delimitado pela Análise Editorial, cujo principal critério é o faturamento líquido. Esse conjunto somava 1.400 empresas em operação no Brasil, em 2008, passando a 1.854, em 2017. Nesse período, enquanto a economia brasileira cresceu e encolheu como se imitasse o movimento de uma gangorra, o organograma corporativo viu surgir áreas com autonomia própria, como as de compliance, ou integridade, e de sustentabilidade, enquanto as profissionais mulheres se viram galgando postos de comando em um universo ainda dominado por profissionais homens.

A abrangência dos dados coletados permite traçar um perfil médio dos executivos que atuam nas principais empresas brasileiras, incluindo a sua idade, o tempo em que atuam na sua companhia.

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